Como me tornei mais autoconfiante e feliz

Confiante e Inabalável

Mais confiante, você será mais feliz no amor

Há pouco mais de um mês me perguntaram, em uma palestra, se eu sempre fui autoconfiante, inabalável e dona de mim quanto sou hoje. Não fui, longe disso. Nem sempre foi assim.

Sempre me destaquei intelectualmente primeiro na escola e depois na profissão, mas por dentro eu me sentia a pior das criaturas, com autoestima microscópica. Tímida e nerd, sofri muito bullying, numa época em que nem existia o conceito de bullying!. Eu me percebia inconveniente, incapaz de dizer a coisa certa, feia, alta demais, desajeitada, calada – eu, a nerd, o Patinho Feio, enquanto minha irmã mais nova era a extrovertida, alegre, o próprio Cisne Branco.

As coisas ficaram piores à medida que cresci. Por me sentir inadequada, me distanciei emocionalmente das pessoas. E escolhi ( inconscientemente) para marido alguém que reforçava o meu sentimento de inadequação – o que só fazia comprovar o que eu já pensava de mim mesma.

Durante quase 20 anos amor pra mim significava abuso verbal, negligência, deslealdade, traições… afinal, era isso que eu pensava que eu merecia, era assim que eu achava que eram todos relacionamentos depois que a paixão sossegava. Curiosamente eu soube empoderar minhas três filhas – que sempre foram muito confiantes e cheias de autoestima -, mas não conseguia fazer o mesmo em meu favor.

Por fim meu marido saiu de casa para viver com outra mulher, poucas semanas depois da morte da minha mãe, e eu mergulhei em uma depressão profunda. Engordei, deixei de cuidar de mim, perdi o interesse pelo mundo. A história que eu contava pra mim e representava para o mundo era de uma vítima injustiçada, coitada, abandonada, destinada à solidão e ao sofrimento – uma verdadeira história de terror.

Minha ficha caiu no dia que escutei, sem ser percebida, minha filha mais velha explicando pra irmã menor que era provável que eu nunca mais me recuperasse. Ali eu decidi que a história não podia acabar daquele jeito. Eu precisava ser um bom modelo para elas. De mais a mais, se eu consegui empoderar as minhas filhas, educá-las para se sentirem vitoriosas, bem consigo mesmas, eu tinha que fazer isso por mim também. E o primeiro passo era parar de sentir pena de mim, cuidar de mim mesma com todo o amor possível, responsabilizar-me pela minha vida, escrever uma nova história.

Não foi fácil, devo confessar. Foram muitos anos de maus hábitos a serem corrigidos. Para cuidar de mim, mergulhei fundo no tema resgate da autoconfiança, fazendo cursos e treinamentos dentro do país e no exterior. De lá pra cá muita coisa mudou. Me reinventei profissionalmente – da médica que trabalhava como zumbi de 12 a 16 horas por dia para sustentar a casa, me tornei uma das mais respeitadas coaches de relacionamento do país, impactando positivamente a vida de centenas de mulheres, o que me enche de amor e gratidão.

Só por isso já teria valido a pena. Mas teve muito mais. Pela primeira vez pude construir uma vida amorosa autêntica, uma relação de respeito e confiança com alguém que me valoriza – sob muitos aspectos diferentes, posso dizer, sem exagero, que minha vida começou depois dos 45 anos!!!

Os americanos têm uma palavra que está muito na moda atualmente – MINDSET. Não há uma tradução literal, mas significa mentalidade, atitude mental, modelo mental. A maneira como você enxerga a si mesma e ao mundo influencia tudo – a maneira como as pessoas te veem, o seu sucesso profissional, a qualidade dos seus relacionamentos amorosos, a sua felicidade. Nós não somos a nossa mente. Se algo precisa ser transformado, o primeiro passo é mudar o mindset, a maneira como fomos acostumados a interpretar o mundo.

Autoconfiança não é como o talento para música, por exemplo, que algumas pessoas têm e outras não. Todo mundo nasce cheio de confiança em si mesmo. Todo bebê tem confiança suficiente para arriscar os primeiros passos, para balbuciar as primeiras palavras.

O problema é que, à medida que vamos interpretando as coisas que acontecem conosco, à medida que introjetamos os ensinamentos, valores e crenças dos nossos pais e professores, perdemos gradativamente a fé em nós mesmos – em uma ou em várias áreas da vida. Eu, por exemplo, sempre soube que era boa aluna, boa médica ( e por saber disso, me destacava), mas me sentia um zero à esquerda em matéria de relacionamentos pessoais.

Do mesmo jeito que um dia desaprendemos a confiar em nós mesmos, podemos aprender a confiar novamente. Podemos aprender a nos amar e a permitir que outras pessoas nos amem. Somos capazes de nos valorizar e fazer com que os outros nos valorizem também. Temos capacidade para fazer uma reprogramação mental em direção ao fortalecimento da confiança, amor próprio e autoestima.

Duas razões fazem as pessoas decidir sair da zona de conforto, mudar um comportamento – obter prazer ou evitar a dor. A motivação para a minha transformação interna foi evitar a dor – eu tinha um medo enorme de acabar os meus dias sozinha, passar a semana inteira esperando ansiosamente pelo domingo quando minhas filhas ( e possíveis netos e genros) viessem me visitar.

Tenho um excelente relacionamento amoroso, é verdade, mas foi muito além disso. Mudei a forma como eu me posicionava no mundo, não aceitando nada menos do que eu de fato merecia. Mudei a forma de tratar e perceber as pessoas ao meu redor. Mudei a maneira de me sentir em relação a mim mesma. Hoje sou muito mais feliz e mal reconheço a Paula de 10 anos atrás – apesar de ter o maior respeito por ela, pois, se não fosse a coragem e a determinação da EU do passado, certamente não estaria onde estou hoje.

Por tudo isso, fiquei super feliz e empolgada quando as minhas leitoras recentemente escolheram, entre 4 possibilidades oferecidas, COMO AUMENTAR A AUTOCONFIANÇA E SER MAIS FELIZ NO AMOR, como o tema para o treinamento gratuito que vou oferecer para celebrar junho, mês do Amor. A empolgação é tão grande que fui além – decidi dedicar a quinzena de 28 de maio a 11 de junho ao tema da reprogramação mental “JORNADA VOCÊ CONFIANTE E INABALÁVEL”.

Te contei parte da minha história e do meu por que. Agora eu te pergunto

Você se sente confiante o suficiente para não se importar com o que os outros dizem?

Recupera com facilidade da rejeição, adversidades e de todos os tropeços e surpresas que a vida nos reserva?

Você é resiliente, forte, se mantem firme, cabeça levantada e recusa ser manipulada ou maltratada pelos outros?

Você busca pelo homem que merece ou aceita o primeiro que surgir no seu caminho, com medo de não aparecer nada melhor?

Se você não é hoje um poço de autoconfiança, qual é a história que você está contando para si mesma? Se for uma história parecida com a que eu contava para mim, você precisa abrir mente e coração para novos pensamentos, novas crenças, novas percepções de você e do mundo.

Você pode mudar a sua história na hora que quiser, pois você tem todos os tipos de história dentro de você. É preciso escolher a história que você vai contar para você mesma e a história que você vai contar para o mundo.

Quando você escolher a história certa, verá que tudo vai mudar. A autoconfiança e autoestima vão subir às alturas e você vai se sentir cheia de poder.

É preciso paciência, persistência e determinação, no entanto. Mais importante que tudo isso – é preciso querer mudar
.
E aí eu te pergunto – você quer realmente mudar a sua vida, sentir-se mais plena de autoestima, autoconfiança, amor próprio? Voce tem um por que, um motivo para desejar mudar? Se as respostas forem positivas, quero te fazer um convite.

No próximo domingo, dia 28 de maio, vou começar um treinamento GRATUITO para te ensinar a ser mais autoconfiante. Ao todo são 5 aulas ( entre os dias 28 de maio e 11 de junho), mandadas diretamente para o seu e-mail. Além disso, você terá acesso diário a vídeos, webinários, infográficos, artigos e uma série de exercícios práticos na nossa fã page no Facebook. A cada aula você vai se sentir mais forte, confiante e apaixonada pela pessoa que você está se tornando.

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Esse é o meu presente de Mês dos Namorados para as seguidoras do site site Doces Amores e da Página do Doces Amores no Facebook – contribuir para que elas se tornem tão confiantes quanto eu me tornei.

Convide quem você acha que precisa de uma injeção de autoestima e autoconfiança para participar da jornada, assinando a newsletter e participando da comunidade – todo mundo é muito bem vindo!!

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